quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A minha Princesa


Por vezes, ponho-me a pensar na minha vida, nas mudanças que ocorreram, os ganhos que tive, as perdas que tive. 
Perdi a minha cadela recentemente, em junho do ano passado e por mais que tente convencer-me de que está tudo bem e de que sou uma rapariga forte, a verdade é que sofro muito e me dói muito pensar que nunca mais a poderei sentir ao pé de mim, nem afagar o seu pêlo. O cão é definitivamente o melhor amigo do Homem e tinha a Princesa como minha irmã que nunca tive. Foi a cadela que me acompanhou na minha infância, a minha amiga fiel que estava sempre pronta para a brincadeira, era calma e equilibrada e era ela que me expulsava com frequência do sofá. 
Se estava triste, tinha-a lá para me confortar, se estava a fazer asneira, tinha-a lá para me denunciar. Era a cadela perfeita, não havia melhor. Era extremamente inteligente, meiga e extremamente curiosa. Lembro-me de várias vezes, em que decidiu que podia ser amiga de gatos e levou arranhadelas no focinho. Era comum as pessoas dizerem que o seu lema era "Por favor, não me façam mal". Era uma pacifista e percebia tudo o que lhe dizíamos em caninês. 
Houve um dia em que deixámos um pão de ló na mesinha da sala, acreditando que ela não chegava lá e quando regressámos encontrámos o bolo ratado até onde ela chegava. Houve outro dia, em que a minha mãe, naquelas alturas de crise, decidiu fazer a extravagância de comprar Mon Cherries para ela e, sabendo que nem eu, nem o meu pai gostamos, deixou-os na mesinha da sala. Azar dos azares: a Princesa gostou e a minha mãe foi dar com ela totalmente embriagada no puff da sala. Segundo o relato, nunca tinha sido visto tão feliz e a correr tanto.
Adorava farejar (e o olfacto foi dos poucos sentidos que ela não perdeu, tendo em conta que no final da sua vida estava completamente surda e que a sua visão foi afectada por cataratas) poderia ter sido um elemento da polícia, na detecção de drogas ou na equipa de salvamentos. Também poderia ter sido telefonista, tendo em conta que um dia, deixámos o telefone de casa em cima do sofá, enquanto fomos almoçar fora durante a celebração dos 30 anos da minha prima Dina e a minha mãe acabou por receber um telefonema por parte dela. Rimo-nos muito e realmente, quando chegámos a casa, encontrámo-la refastelada no sofá com o telefone de casa ao lado como prova do sucedido.
Odiava ficar sozinha e ser contrariada, era teimosa e quando a deixávamos sozinha em casa, gostava de se vingar de nós, espalhando lixo pela casa inteira.
Era bem comportada e sabia andar sem trela. Sabíamos que podíamos confiar nela e deixávamos a porta da rua aberta e deixávamo-la dar a sua voltinha e regressar quando tivesse vontade. Nunca tivemos receio de que mordesse a alguma criança, pois sabíamos da sua meiguice e generosidade. Era delicada a tirar comida da nossa mão e o seu snack preferido era o dental fresh pelo qual era muito gulosa. Gostava de abrir prendas de Natal antes da hora (quer lhe pertencessem a ela, quer não). Foram várias as vezes, em que foi debaixo da árvore de Natal buscar os dental fresh que lhe estavam destinados naquela noite santa e houve mesmo um ano em que decidiu que os chocolates da Toblerone, que íamos oferecer aos meus primos, eram requintados o suficiente para o seu paladar. 

Quando era jovem, gostava da cama dos meus pais e eram várias as vezes, em que desfazia a cama e se enfiava debaixo das cobertas. O presépio era o seu paraíso, adorava deitar-se no musgo e por conta disto, os meus pais foram obrigados a colocar cancelas para ela não se convencer de que era um menino Jesus. Adorava a neve, era rebolava, comia-a e ainda andava de trenó. Ela era uma bola preta saltitona no meio da neve branquinha. 
Era corajosa, sobreviveu a um parto difícil onde todos os seus bebés morreram, onde superou uma depressão pós-parto e venceu a obesidade mórbida da qual sofreu durante uns anos.
Ela era a cadela perfeita e por muito que haja gente que se convença de que, por o nosso melhor amigo ter morrido, não devemos voltar a abrir o coração para um cão, eu sou da opinião contrária. Eu amava-a e amo-a, mas tenho tanto amor para dar... E está guardado para voltar a amar um cão ideal. Basta que me dêem uma oportunidade.  

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Hoje não!

Amanhã eu fico triste... Amanhã! Hoje não. Hoje eu fico alegre! E todos os dias por mais amargos que sejam, eu digo:
- Amanhã eu fico triste, hoje não!
Anónimo (Encontrado numa das paredes dos dormitórios de
 crianças judias no campo de extermínio nazi de Auschwitz)
 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Pela Primeira Vez Para Sempre

E é com muito orgulho que anuncio a todos os leitores do blog (que duvido que sejam muitos, tendo em conta que o blog estava parado há uns bons anos), que este semestre consegui passar a todas as disciplinas. A sério, nem consigo acreditar. É uma sensação de liberdade, alívio, felicidade, nem sei precisar: é mesmo bom.
É espectacular, sabendo que todos os semestres tinha a "tradição" de chumbar a uma disciplina. Agora sou uma verdadeira finalista e só faltam cinco disciplinas para acabar o meu cursinho. Será que consigo? :D

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Guia para cães cegos é colocado no mercado

E se um dia o seu cão cegasse e acabasse por perder a sua orientação e como consequência, a sua independência? Foi isto que aconteceu a Muffin, um cão que com a idade foi criando cataratas. A sua dona, Silvie Bordeaux relata que ficou devastada quando começou a notar que ele ia contra as paredes e caia das escadas abaixo.

Após de procurar por uma solução que não foi encontrada, Silvie decidiu meter mãos à obra e construir ela mesma uma alternativa. Foi assim que foi criado o Muffin's Halo Guide for Blind Dogs (Halo do Muffin - Guia Para Cães Cegos). Trata-se de um arco que rodeia a parte anterior da cabeça do cão e previne que este embata nos objectos que o rodeiam no seu quotidiano, ajudando-o assim a recuperar a sua confiança.
O Muffin's Halo pode ter várias cores, tamanhos e estilos, desde asas de anjo, asas de borboleta e até mesmo um uniforme de futebol americano.

Links:
Loja do Halo do Muffin
Facebook do Halo do Muffin

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Três anos passados, nova eu

Após todos estes anos passados, tenho de admitir que tenho saudades de escrever no blog, mas tenho tido muito pouco tempo (e pouca criatividade).
Nestes três anos, o meu mundo mudou muito. Finalmente entrei na faculdade no curso que queria e cresci muito de forma mental. No entanto, continuo a sentir-me a mesma menina que começou a escrever no blog com quinze anos.
A minha vida tem sido construída a trezentos quilómetros de casa e todos os fins-de-semana, uma viagem cuja só ida demora cinco horas. Felizmente é o meu último ano e estou quase a acabar o curso (mal posso esperar). 
É irónico que há uns anos atrás tenha ficado tão entusiasmada com uma visita à serra da Estrela (dia na serra - 6 de março de 2011) e (serra da Estrela - 22 de fevereiro de 2011) e agora esteja farta de morar nas suas encostas...

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Coração contra a razão (espetáculo) *.*

"É inevitável a luta, sempre que a um espírito vigoroso e lúcido anda associado um coração que sente, que se comove sob a influência dos estímulos naturais dos afectos humanos.
Quando o coração é de gelo, a razão dirige desafogada, imperturbável, em linha recta, o caminho da vida; quando a razão abdica e o coração domina, o movimento é irregular, mas livre; caprichoso, mas resoluto; funesto, mas incessante; porém, se o coração e a cabeça medem forças iguais, a cada momento param para lutar, como atletas destemidos. De qualquer lado que tenha de se decidir a vitória, será disputada, até ao último instante, pelo contendor vencido; a pausa terá sido inevitável; a reacção enérgica; e a crise violenta.
Podem passar ignoradas de todo as peripécias desse combate íntimo; mas a aparente tranquilidade exterior mais lhe exacerbará a crueza."

As pupilas do senhor reitor, Júlio Dinis,  Capítulo XVI

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Longe da realidade

"Abre-lhes ela as portas de um mundo imaginário, para onde se refugiam dos embates do mundo real, que impressionam dolorosamente a sua delicada sensibilidade. Quando os encontramos sós, estes melancólicos devaneadores, acreditemos que lhes povoam a solidão formas invisíveis, criadas à poderosa evocação da sua fantasia; o silêncio em que o virmos cair dissimula-lhes os misteriosos diálogos na linguagem desconhecida e intraduzível desse fantástico mundo. É uma singular loucura procurar distraí-los, chamando-os à consideração das coisas reais. A mais doce consolação, a mais festiva alegria daquelas almas, é aquilo mesmo que se nos afigura tristeza.

Deixem-nos assim. Não queiram erguer-lhes a fronte que involuntariamente se inclina, não tentem iluminar-lhes com sorrisos a fisionomia, sobre a qual derrama uma severa gravidade; não se esforcem por lhes tirar dos lábios comprimidos uma palavra qualquer, o fogo da vida, que parece tê-los abandonado, tendo deixado somente a superfície, para mais intenso se lhes concentrar o coração."

As pupilas do senhor reitor, Júlio Dinis, Capítulo X

Júlio Dinis, definitivamente o escritor da minha vida! (3 *.*

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Júlio Dinis, cada vez gosto mais desse homem... *.*

"Os mártires que se analisam, e nos fazem resenha e inventário dos seus tormentos; esse que, todos os dias, desenvolvem em estilo imaginoso a fisiologia do seu próprio coração, indagam a teoria do padecer, que, dizem eles, os tortura e o fazem com uma profundeza de vistas, verdadeiramente filosófica... esses mártires... para falar a verdade não creio muito neles. Quem sofre deveras, tenho eu para mim, acha-se com pouca vontade de esquadrinhar os mistérios do sofrimento e não se põe com grandes filosofias a esse respeito. Eu julgo mais natural e sincero fazer como a pequena Margarida, depois da partida de Daniel: subindo todas as tardes ao outeiro silvestre onde tantas vezes ele se viera sentar também, sentia cerrar-se-lhe o coração de tristeza, e... desatava a chorar. Não sei que moda anda agora de não se considerar o choro como a mais eloquente expressão de pesar! Eu, por mim, é dos sinais em que deposito mais fé."

As Pupilas do Senhor Reitor, Júlio Dinis, Capítulo VI


Esta é uma das formas mais verdadeiras de explicar o sofrimento que eu já li. Cada vez mais me embrenho neste livro maravilhoso e, só leio pouco por dia, com receio de o acabar e não me poder encantar mais vezes com as novidades que nele vejo. É uma leitura essencial e que aconselho a toda a gente. Só de pensar que os Maias, de Eça de Queiroz saíram em 1888 e que As Pupilas do Senhor Reitor foram editadas pela primeira vez em 1869... Uma obra não tem nada a ver com a outra, tal como a linguagem dos dois autores. Se bem que, após ler este livro e o Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco, me reembrenharei nos Maias para ver se me apaixono por essa obra, uma vez que já não o lerei obrigada.

Lê em voz alta!

Hora Local: 1.15 da manhã

Eu: Lê isto como se fosse em português, em voz alta "You Tarzan. Me Jane"
Nana Tina: xD TU É QUE MIJAINES-TE!





domingo, 9 de outubro de 2011

Where it dawm?!


ONDE ESTÁ O RAIO DO ADUBO PARA O BONSAI?! E DA TESOURA?! E DO ARAMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE?!


As Pupilas do Sr. Reitor, Júlio Dinis, Capítulo VI

"Em todas as separações, tem mais amargo quinhão de dores o que fica, que o que vai partir. A este esperam-no novos lugares, novas cenas, novas pessoas; sobretudo o atractivo do desconhecido, que de antemão lhe absorve quase todos os pensamentos. Vai experimentar outra sensações, e à força de distrair os sentidos, é raro que não lhe distraia o coração. Mas ao que fica... lá estão todos os objectos que vê a recordar-lhe as venturas que perdeu; ali as flores que colheram juntos, para as trocar depois; acolá, a árvore a cuja sombra se sentaram; além o ribeiro que arrebatou na corrente as pétalas, desfolhadas um dia, do bem-me-quer fatídico, que os amantes interrogam; o tronco onde se gravaram unidas as iniciais de dois nomes; o canto dos pássaros que tantas vezes escutaram; o ponto da perspectiva, mais procurado pela vista de ambos... Oh! Há bem mais alimentos para as saudades assim! E depois, o que se ausenta vai esperançando nisto mesmo: em que a afeição, que deixa, lhe será fielmente mantida até à volta; que evitarão o esquecimento das promessas feitas tantas as testemunhas que as presenciaram e que, sem cessar, as recordarão; os que ficam antevêem que, longe de tudo que possa falar-lhes nelas, pouco a pouco se varrerão essas promessas da memória do ausente, e, ao dizer o adeus da despedida, um amargo pressentimento que dizem adeus a uma ilusão."

As Pupilas do Senhor Reitor, Júlio Dinis, Capítulo VI


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Joe Jonas - See No More


Me - Joe
Matemática - musa inspiradora

Letra em Inglês
It was Saturday when I got that call
Far away from feeling tall
I know, I know, I know what the truth is

I try to look away from what you did
Heartache... became my friend

You walked away from me baby
I woulda never done the same
You made me feel like our love was not real
You threw it all away, so

I don't wanna wait for you
I don't wake up thinkin, hopin
You'll get it right this time
'Cause you know that you're so cold
I don't wanna see no more


And I can't get away from you
It's one of the reasons why
That I just can't get you out my mind
And all I keep seein is your picture
But I don't wanna see no more
But I don't wanna see no more
I don't wanna see no more
I don't wanna see no more

It was so easy to trust you baby
Guess I was so stupid baby

I didn't ever think that this would come
You're runnin right to another one

You walked away from me baby
You threw it all away, so

I don't wanna wait for you
I don't wake up thinkin, hopin
You'll get it right this time
'Cause you know that you're so cold
I don't wanna see no more

And I can't get away from you
It's one of the reasons why
That I just can't get you out my mind
And all I keep seein is your picture
But I don't wanna see no more
But I don't wanna see no more
I don't wanna see no more
I don't wanna see no more

I used to be afraid of letting go
The fragile part me, I'm here right now
I need you to set me free
I can see it in your eyes
That you won't blame on me this time
No, never
And I want you back but I won't look back, no

I don't wanna wait for you
I don't wake up thinkin, hopin
You'll get it right this time
'Cause you know that you're so cold
I don't wanna see no more

And I can't get away from you
It's one of the reasons why
That I just can't get you out my mind
And all I keep seein is your picture
But I don't wanna see no more
But I don't wanna see no more
I don't wanna see no more
I don't wanna see no more


Tradução:
Foi num sábado que eu recebi aquele telefonema
Longe de me sentir alto
Eu sei, eu sei, eu sei qual é a verdade

Tentei desviar o meu olhar do que fizeste
A mágoa... tornou-se minha amiga

Afastaste-te de mim, baby
Nunca faria o mesmo
Fizeste-me sentir que o nosso amor não era real
Jogaste tudo fora, então...

Eu não quero esperar por ti
Não quero acordar pensando, esperando
Que entendas desta vez
Pois sabes que és tão fria
Não te quero ver mais


E eu não consigo me afastar de ti
É um dos motivos por que
Simplesmente não consigo parar de pensar em ti
Só continuo a ver a tua imagem
Mas não quero ver mais
Mas não quero ver mais
Eu não quero ver mais
Eu não quero ver mais

Foi tão fácil confiar em ti, baby
Acho que fui estúpido, baby

Nunca pensei que chegaria este momento
Estás a correr para outro

Afastaste-te de mim, baby
Jogaste tudo fora

Não quero esperar por ti
Não quero acordar pensando, esperando
Que entendas desta vez
Pois sabes que és tão fria
Não quero ver mais

E eu não consigo me afastar de ti
É um dos motivos por que
Simplesmente não consigo parar de pensar em ti
Só continuo vendo a tua imagem
Mas não quero ver mais
Mas não quero ver mais
Eu não quero ver mais
Eu não quero ver mais

Eu costumava ter medo de me desapegar
A minha parte frágil
Estou aqui agora, preciso que tu me libertes
Eu posso ver nos teus olhos
Que não me vais culpar desta vez
Não, nunca
Quero-te de volta, mas não vou olhar pra trás, não

Eu não quero esperar por ti
Não quero acordar pensando, esperando
Que entendas desta vez
Pois sabes que és tão fria
Não quero ver mais

Não consigo me afastar de ti
É um dos motivos por que
Simplesmente não consigo parar de pensar em ti
Só continuo vendo a tua imagem
Mas não quero ver mais
Mas não quero ver mais
Eu não quero ver mais
Eu não quero ver mais

Dedicatória: 
Odeio-te por tudo aquilo que me fazes passar. 
Odeio-te por me cortares as pernas para os meus sonhos. 
Odeio-te por me perguntarem todos os dias, sempre que saio das aulas como é que me correu quando sabem que eu não fiz nada de especial e mostram que têm medo que eu falhe outra vez. 
Odeio-te por me pressionarem para ter no mínimo um dezassete na pauta quando sei que fracassarei. 
Odeio-te por saber que por tua causa desiludi as pessoas que amo.
Odeio-te por alguma vez teres dado esperanças que te venceria.
Odeio-te por todo o ano letivo de 2010/2011 e o verão ter estado agarrada a ti e, mais uma vez, ter de te acompanhar em 2011/2012.
Odeio-te por constantemente me perguntarem como é que certas pessoas te venceram e eu não.
Porque é que não desapareces de uma vez por todas?! Não te quero ver nunca mais.

Matemática fuck you

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Bonsai... um pedaço de paz!



"Todos os seres vivos têm um tempo de duração e todos nós morreremos uma vez e outra. Contudo, cada um pode deixar várias coisas da sua cultura para as futuras gerações aproveitarem e aprenderem a natureza da vida.
Os nossos antecessores foram persistentes e trabalharam arduamente em condições desconhecidas, tal como várias árvores antigas sobreviveram, persistentes, às difíceis condições. A natureza provêm de pequenas formas de vidas tal como de árvores magestosas cujas o homem utiliza na sua existência. As árvores estão aptas para crescer com os humanos numa coexistência maravilhosa.

A Cultura dos Bonsai usa recursos naturais que podem levar vários anos ou talvez centenas de anos a criar. O bonsai ideal sobrevive às condições mais árduas sustentadas pela matéria deteriorada de plantas anteriores. Desenraizado e trazido com carinho ambiental, pode-se tornar num belo bonsai.

No entanto, tal como os bonsai, as árvores não crescem por si próprias. Precisam de amor e carinho. Os amantes de bonsai deverão ter paciência, perseverança e amor pela natureza. Aprendemos e aceitamos os desafios de os manter saudáveis e bonitos tal como lutamos para os moldar de acordo com as criações próprias da natureza... Descobrimos a interdependência das coisas vidas.  

O bonsai ensina-nos a amar a natureza e que todos nós somos filhos dela mesma. Porém, o Homem deverá estar apto para coexistir pacificamente. Seguindo o nosso próprio caminho, nós damos o nosso melhor para promover e perpetuar a arte do bonsai. No estudo das árvores e do bonsai, aprendemos a viver em harmonia em vez de nos dividirmos entre as diferenças que temos com os outros. O nosso dia-a-dia é mais bem passado devido ao empenho. O bonsai serve para acalmar os nervos, o corpo e a alma. (é verdade, o meu bonsai acalma-me bastante, quando estou nervosa, triste... é um verdadeiro amigo...)

 O bonsai é apenas uma das muitas artes culturais japonesas trazidas do Havai. É um legado deixado para nós pelos nossos antecessores para partilhar com toda a humanidade como lição da harmonia da vida. Estamos gratos por ter passado de geração em geração até nós. Poderemos aproveitar, nutrir e ajudar a perpetuação do passatempo dos bonsai. Poderá servir para promover a paz e tranquilidade. Acredito que este é o espírito do bonsai."

Hiroshi Ikeda

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Maldição Morangos com Açúcar

A série Morangos com Açúcar estreou-se em 2003, na TVI, e tinha como um dos objectivos transmitir boas mensagens aos jovens. Com um público alvo de crianças e adolescentes, os autores tentaram desde o início introduzir temas polémicos, como a gravidez adolescente, a homossexualidade e o consumo de drogas, numa perspectiva pedagógica. No entanto, vários desastres têem acontecido aos actores... Exemplos?

  • Francisco Adam - morte num acidente de carro, devido a alcóol e a droga.
  • Tiago Fernandes - prisão devido à sua participação num gang ligado ao furto de automóveis e ao tráfico de estupefacientes;
  • Tiago Felizardo - atacado e desfigurado por um cão
  • Sónia Brazão - nunca mais arranjou emprego e tentou-se suicidar criando um incêndio em casa (segundo várias testemunhas). Resultado? Ficou desfigurada e queimada viva.
  • Angélico Vieira - acidente de carro devido a alta velocidade e a avaria mecânica no carro. Se tivesse sobrevivido ficaria tetraplégico. Entrou em morte cerebral e morreu.
Cinco nomes e acontecimentos. Será que tudo isto é por acaso? Se repararem bem, os mais famosos foram quem morreu. Portanto quanto mais famosos ficaram, mais depressa morrem tragicamente. A minha próxima aposta? Rui Porto Nunes que foi nomeado para os globos de ouro de 2011!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

9 motivos para você (homem) mijar sentado


1) Você deixa a musculatura mais relaxada.
2) Sentado na sanita dá para descansar mais durante um expediente pesado.
3) Você pode urinar e, ao mesmo tempo, usar o seu smartphone. E até cortar as unhas.
4) O pénis está livre do risco de ficar preso no fecho. Quem já passou por isso sabe como dói!
5) Você fica com as mãos livres e não precisa tocar no seu instrumento musical. Portanto, é mais higiéniico.
6) Você não precisa mirar o alvo na sanita. Deixa a gravidade agir livremente.
7) A sua mulher, namorada, amante não vai reclamar dos tradicionais pingos na sanita.
8) Menos barulho - os homens costumam provar a sua masculinidade com jatos bem sonoros.
9) Evita que o vizinho de urinol se distraia e passe a acompanhar a sua intimidade.

Adaptado do site The Oat Meal


quarta-feira, 15 de junho de 2011

O amor e a verdade doem... literalmente...


Adorei este vídeo é tão fofinho... O amor e a verdade doem... xD literalmente!!!

Ri-me mesmo bué! xD :D

domingo, 15 de maio de 2011

O casamento na Idade Média (pesquisa que fiz para Área de Projecto)

  •  “Maio ou mês das Noivas”
Na Europa a maioria dos casamentos ocorria no mês de Junho, no início do Verão. A razão era simples: o primeiro banho do ano era tomado em Maio, assim, o cheiro das pessoais ainda era tolerável. No entanto, como alguns odores já começavam a ser exalados, as noivas carregavam um boquet de flores junto ao corpo para disfarçar. É esta a explicação para a tradição do boquet e de Maio ser chamado “Mês das Noivas”.

  •  O vestido da Noiva:
Na Idade Média, o vestido da noiva não era branco, mas sim azul, pois o azul significava paz. No entanto, o vestido poderia ter e/ou ser de outras cores. É a partir da Idade Média que a noiva passa a usar liga.
  •  As flores
Os Cruzados que regressavam da Terra Santa trouxeram consigo uma tradição Islâmica: a flor de laranjeira. Estas flores eram, no entanto, muito caras e apenas os nobres as podiam comprar.
  •  O Bolo da Noiva
O bolo da noiva teve origem numa antiga tradição romana que consistia em partir um pequeno pedaço de pão sobre a cabeça da noiva, a fim de lhe desejar fertilidade.

O bolo da noiva de “andares” teve a sua origem na Idade Média porque era costume os convidados trazerem pequenos bolos que eram colocados uns em cima dos outros. Os noivos tentavam beijar-se sobre os bolos sem os derrubar para dar sorte e prosperidade.
  •  Os presentes de Casamento
Na Idade Média, pelo menos três presentes de casamento eram trocados:

- A família da noiva era responsável pelo dote da noiva;

- À família do noivo cabia o papel de dar aos noivos uma casa apropriada bem como um rendimento adequado;

- O Sacerdote que celebrava o matrimónio recebia o terceiro presente.

Os presentes de casamento incluíam ainda pequenas peças de mobiliário que o noivo oferecia à noiva na manhã após o casamento ser consumado. Este presente era dado para compensar a noiva pela perda da sua virgindade.
  • A Festa de Casamento
Os casamentos medievais, quando celebrados entre membros da nobreza, tinham muitas vezes lugar nos seus castelos. Eram grandes festas com vários divertimentos e comida farta. Nesse dia, os mendigos vinham de longe para receberem as sobras do banquete e era tradição o senhor do castelo libertar alguns prisioneiros.

Entre os camponeses os casamentos eram celebrados na casa da noiva. Toda a aldeia se reunia para festejar a ocasião e presentear os noivos com alguns utensílios de madeira e outras ferramentas.

Como não havia dinheiro para alianças, era tradição que uma moeda partida fosse dada à noiva, sendo a outra metade entregue ao noivo.

Outra tradição era atirar sementes ou grãos de trigo aos noivos para lhes desejar uma família numerosa.

Independentemente da classe social, o casamento era sempre um acontecimento grandemente celebrado. Havia sempre um banquete para celebrar a ocasião e nele podiam ser servidos até seis pratos diferentes!


terça-feira, 10 de maio de 2011

As vacas e o capitalismo de cada país

CAPITALISMO IDEAL

Você tem duas vacas.
Vende uma e compra um boi.
Eles multiplicam-se, e a economia cresce.
Você vende a manada e aposenta-se. Fica rico!

CAPITALISMO AMERICANO

Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir o leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.

CAPITALISMO JAPONÊS

Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite.
Depois cria desenhos de vacas chamados Vaquimon e vende-os para o mundo inteiro.

CAPITALISMO BRITÂNICO

Você tem duas vacas.
As duas são loucas.

CAPITALISMO HOLANDÊS

Você tem duas vacas.
Elas vivem juntas, em união de facto, não gostam de bois e tudo bem.

CAPITALISMO ALEMÃO

Você tem duas vacas.
Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa.
Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

CAPITALISMO RUSSO

Você tem duas vacas.
Conta-as e vê que tem cinco.
Conta de novo e vê que tem 42.
Conta de novo e vê que tem 12 vacas.
Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.

CAPITALISMO SUÍÇO

Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.
Você cobra para guardar as vacas dos outros.

CAPITALISMO ESPANHOL

Você tem muito orgulho de ter duas vacas.

CAPITALISMO BRASILEIRO

Você tem duas vacas.
E reclama porque o rebanho não cresce…

CAPITALISMO HINDU

Você tem duas vacas.
Ai de quem tocar nelas.

CAPITALISMO PORTUGUÊS

Você tem duas vacas.
Foram compradas através do Fundo Social Europeu.
O governo cria O IVVA – Imposto de Valor Vacuum Acrescentado. Você vende uma vaca para pagar o imposto.
Um fiscal vem e multa-o, porque embora você tenha pago correctamente o IVVA, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais.
O Ministério das Finanças, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas.
Para se livrar do sarilho, você dá a vaca que resta ao inspector das finanças para que ele feche os olhos e dê um jeitinho…

Autor desconhecido

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Muito bom mesmo. x) xD Retrata bem.

domingo, 8 de maio de 2011

Piada do Seguro

- Ok Teleseguros, fala a Marta.
- Estou, Marta, acabei de bater.
- Oh meu deus, está ferido?!
- Não... Mas estou todo sujo!



xD Não há volta a dar: eu adoro esta piada seca e badalhoca!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Hoje é o Dia Mundial do Beijinho ^^

Hoje estava a ver o telejornal quando me deparei com uma reportagem a dizer que dia era hoje e que montes de músculos eram activados pelo beijo. Fiquei espantada e que fazia bem à saúde (queimava não-sei-quantas calorias, diminuia o stress e aumentava a auto-estima) . ^^ Toca a dar beijinhos! :D Bem, só sei é que me lembrei desta música:

xD
Também me lembrei de mandar jinhos a todos os que me acompanham neste blog. :D ^^ beijinhos para todos! (3